segunda-feira, outubro 03, 2005

In Diferença

Nem sempre é fácil
E aparentemente tê-lo-ia de ser

Ora se evidencia no megafone social
Ora se refugia no bicho individual
E os laços tendem ao desgaste
pela falta do uso que não os afaste

De não crer, que tal aconteça
De não querer, que a vontade esmoreça

Assim correm os sociais do humano
Que é menos são do que insano
Bem ele quer ao comum descer
Mas não consegue a chã forma de ser

A uns parece bonito este peculiar
Aos mesmos em determinados momentos
Só nem sempre, mais quando se devia encontrar
Podem os outros, os constantes, aos diferentes amar

2 comentários:

Leãozinho disse...

sempre forte minha querida Andrómeda.

haroldingals43739408 disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.